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Anos 90etal

Ideias, visões, pensamentos, vivências de alguém nascido nos 90's

Anos 90etal

Ideias, visões, pensamentos, vivências de alguém nascido nos 90's

05.11.19

Um Toque do Meu TOC

Matias

Já devia saber!

Não me lembro se já falei disto, mas tenho outro problema com o meu cérebro que é como um transtorno compulsivo... tenho de ter as coisas/objetos alinhados! 

Os tapetes têm de estar direitinhos, as gavetas e portas dos amários fechadas... etc, etc... acho que já perceberam.

Então o que aconteceu?!

Eu tinha uma panela ao lume onde iria fazer ovos escalfados... deixei a àgua ferver e tal... 

A dada altura, olhei para a panela e achei que não estava mesmo no centro da chama. Não tenho mais nada e meti-lhe logo um dedo para a ajeitar... escusado será dizer que me queimei de verdade e tenho uma grande bolha no dedo! Quem me mandou?

Foi mais um toque do meu TOC.

31.10.19

Medo de Quê?

Matias

Todos temos algum!

Hoje é Dia das Bruxas, aka Halloween. Em Portugal é mais uma desculpa para incentivar o comércio e ao contrário de países como nos Estados Unidos, tem pouco de histórico ou mesmo de fantástico. Não seja por isso que não penduramos aquela aranha da praxe no candeeiro da sala!

Falando de sustos... No meu caso, pode-se dizer que sou um cagarolas. A verdade é que é assim mesmo, não há outro adjetivo para o descrever! Ca-ga-ro-las...

Tirando aqueles medos óbvios, tenho alguns outros não tão óbvios.
Tenho medo do escuro, mas não sempre. Estranho? Sim. É quando o meu cérebro se põe com imaginações (nomeadamente espíritos e coisas desse género) e nesses casos corro ou começo a cantar... Enfim, sou eu!

Tenho medo das alturas. Tenho vertigens mesmo. Já fui duas vezes ao Aquashow (parque aquático no Algarve) e não andei na maioria das atrações. Acabo por me divertir a ver os meus amigos. E que amigos! Eles incentivam-me a ir com eles e a participar, mas depois reparam que não consigo mesmo e não dão gozo nem pressionam a ir.

Só não tenho vertigens quando ando de avião... aqui, o medo é outro... tenho medo de andar de avião. Estranho? Não sei. Este ano já andei umas oito vezes e dessas oito vezes tive medo... só descanso quando o avião aterra, embora tente parecer descontraído, por dentro tenho o estômago abraço ao intestino e a dar as mãos aos pulmões.

Tenho medo de quase tudo o que possa aleijar. Isto é, o meu corpo/cérebro sabe que algo é potencialmente perigoso e isso constringe-me no sentido de querer fazer certas coisas. Por exemplo, mexer num forno quente ou simplesmente ir levar uma vacina.

Sem filtros, sou assim... sem vergonha de dizer. E vocês, têm medo de quê?

 

19.08.19

Eu e os Cremes

Matias

Não sei bem explicar porquê!

Caso ainda não tenham reparado, eu sou um elemento do sexo masculino. Não sei se é assim com grande parte dos homens, mas pelo menos comigo é.

Basicamente e em duas palavras: Detesto cremes! (e assim, acabei de perder qualquer eventual patrocínio de toda e qualquer marca de cremes)

Começa logo pelos cheiros que, geralmente, não me agradam nada. Não perguntem porquê! Depois é aquela parte em que as mãos ficam besuntadas e se quero abrir uma porta, não consigo porque a maçaneta escorrega! (isto já sou eu a exagerar claro!)

E de repente surge-me uma dúvida. Um creme é para os pés, mas eu ao aplicar com as mãos vou ficar com creme nas mãos, logo... também é creme para as mãos?!

Sou eu e os cremes, nada amigos!

15.08.19

Retrospetiva da Própria Consciência

Matias

Às vezes sou, mas às vezes não!

Analisando o meu próprio ser, chego à conclusão que não percebo nada... e quando tento definir, a indefinição é a melhor palavra.

O meu cérebro é vagabundo e os pensamentos caminham desordenadamente alinhados por caminhos serpenteantes. É um órgão à toa. Se nele gavetas houvesse, estariam tombadas e o seu conteúdo espalhado no chão. Se fosse uma corrente artística, seria o Surrealismo. O importante não é olhar pormenorizadamente para o quadro, mas sim como um todo.

Definirmos-nos pode ser das coisas mais difíceis de se fazer. Mas é sempre um bom exercício, olhar para nós com olhos de ver. Por mais bizarros que nos possamos achar, devemos é encontrar a harmonia entre o que somos, entre o que achamos que somos e entre aquilo que queremos ser!

Retrospetiva da própria consciência, procurando o meu pensamento a partir de dentro com direção ao próprio interior.

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