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Anos 90etal

Ideias, visões, pensamentos, vivências de alguém nascido nos 90's

Anos 90etal

Ideias, visões, pensamentos, vivências de alguém nascido nos 90's

20.01.21

Fazer de Conta

Matias

Vamos fazer de conta que não me importo

Vamos fazer de conta que a vida é justa

Não julgues as minhas opções

Grita, oh é absurdo

Os olhos esfumados

Mas continuam a ver

Esquece-te do que sabes

Continua procurando por mim

Estou mais perto do que pensas

Vamos fazer de conta que está tudo bem

Fica por perto mais um dia

Vamos fazer de conta que não nos conhecemos e que nos acabamos de encontrar

Vamos fazer de conta que somos capazes de sorrir como nunca antes

Vamos fazer de conta que cada dia é um novo dia

Vamos fazer de conta que não há tristeza

E assim apaixonarmo-nos amanhã.

06.12.20

A Vida é Um Sopro

Matias

Olá. Sim, sou eu de novo!

Voltei ao Blog. Como em muitas coisas na vida, por vezes canso-me ou deixo de sentir que certa coisa vale a pena e então, simplesmente paro. Não raras as vezes em que retorno, como se de uma segunda oportunidade a mim mesmo se tratasse.

Há merdas na vida que fazem um gajo pensar se tudo isto vale a pena. Mais do que o seu significado, qual o seu propósito. Fala-se que daqui, vamos para o Paraíso ou para o Purgatório. Começo a acreditar que é para o Paraíso, pois no Purgatório já nós estamos.

É do apanágio Humano, nunca estarmos bem com que temos e queremos sempre mais e melhor, mesmo sabendo que hã sempre alguém que estará em situação pior. Ainda assim, por outro lado, também há sempre quem esteja melhor... mas com o mal dos outros podemos nós bem, o nosso cotovelo é que não aguenta com quem está um nível acima.

Considero-me um jovem (estou a chegar aos 30), mas há acontecimentos que nos puxam da pequena nuvem em que estamos tão egoistamente a flutuar e nos vem estatelar com a cara no chão. Pensamos sempre que acontece aos outros, só que nós também somos os outros de outras pessoas. É uma linha ténue!

Enquanto por cá estivermos... amem-se, cuidem-se, protejam-se, tratem-se bem. Nunca sabemos quando será que vamos ver alguém pela última vez! A vida é um sopro que vem sem avisar.

31.03.20

Sobre o Amor

Matias

Uns chamam-lhe amor, outro chamam-lhe insanidade... a questão é que ambos estão corretos. Não ha paixão sem loucura nem desatino que não traga amor. Por ele vivemos, por ele morremos. Por ele fazemos o que sempre pensamos, mas também o que nunca imaginamos. Por ele lutamos, por ele fazemos a paz. 

O amor tem tanto de bom como de cruel, toda a gente o procura, mas ninguem quer ser como ele. Provoca, sufoca, acarinha, abraça... hoje tens o coração a mil, amanha são as lágrimas que te escorrem como as àguas em Abril. É tudo de bom e é tudo de mau. 

Procurem o amor... vivam por ele, mas não para ele... e se o encontrarem, não digam a ninguem. Pior é o rico que tem tudo, do que o pobre que pouco tem!

14.03.20

Viva o Capitalismo

Matias

É uma vergonha...

Sendo direto, porque estou chateado e com pouca criatividade, apenas quero expor a situação que vivem os trabalhadores dos shoppings e supermercados e também restaurantes. Cá por Portugal decretaram o fecho de quase tudo para combater a proliferação do COVID-19, menos os das superfícies que mencionei anteriormente.

Mais uma vez, cheira-me a dinheiro. Fecham escolas, "fecham" o futebol, fecham os casinos, fecham parques e serviços, fecham o acesso às praias, pedem que a população evite ajuntamentos. Mas... e os shoppings e supermercados? Já não existe perigo? Basta decretar a entrada controlada de clientes? Então e os que lá trabalham e que vão estar em contacto com todos esses que lá entrarem, já não há perigo de disseminação do vírus? Fecham os mercados que são a céu aberto para evitar o contacto entre pessoas, mas nos shoppings já não há problema?

O que é preciso para fechar tudo? É preciso que hajam casos ocorridos nestes locais ou que alguém que lá trabalhe morra? 

Os senhores diretores e administradores estão à espera do quê? Que seja o governo a decretar o fecho, para que possa lavar as mãos do não-lucro? Então o governo que decrete, pois assusta e muito ter de ser sujeito a ir trabalhar para um "ninho de proliferação". Já está mais que visto que o dinheiro fala a cima de tudo. Ri-me tanto com os novos horários dos shoppings. Quer dizer que o vírus só vai atacar depois das 20h... até lá estamos todos em segurança! É isso? Fechem a porra dos shoppings... por favor!

Já e demais... ganhem consciência e ponham o dinheiro de parte! Mais uma vez e a continuar assim, parabéns... pois vão ser os homens mais ricos do cemitério.

Viva o Capitalismo.

05.03.20

O que é não é

Matias

Afinal é o que não é...

É muito mau estares em casa e sofreres porque amanhã é dia de ires trabalhar. Sabes que vais chegar lá e que vai ser duro. Há sempre coisas que não gostamos, é certo. Mas chegares ao ponto de a ansiedade ser tal que te pára o pensamento e as ações.

Não é o facto do trabalho em si ser duro... é mais a antecipação que fazes por saberes que por mais que te esforces e faças tudo bem, que isso nunca é suficiente e que estás sempre sozinho em cada passo que tu dás.

Todos os locais têm altos e baixos e que o normal é estares bem e de vez em quando afundas, mas aí tu sabes que é passageiro e aguentas o barco... porque sabes que mais cedo ou mais tarde tudo voltará ao normal!

O pior é quando o normal é estar mal! Quando tens de acordar todos os dias para lutares para manter algo que está mal. Sabes que às vezes vai estar em alta, mas que na verdade irá sempre voltar ao normal... que é estar no fundo! Que motivação para fazer frente a isso? Quando o que é não é afinal! 

É duro... psicológicamente duro! Remas contra a maré até que o barco avance, mas sempre sabendo que irá voltar para tras.

Porque quando o que é não é, por mais força de vontade que tenhas, nunca o poderá ser!

29.02.20

Sobre Papel Higiénico

Matias

A verdade é uma...

No outro dia fui a um supermercado e um dos artigos que precisava lá para casa, era papel higiénico. Já agora, sou o único que se sente embaraçado por andar às compras com um molho de papel higiénico por baixo do braço?

Hoje em dia, há papel para todos os gostos... com cheirinho, com dupla ou tripla folha, com bonequinhos, às cores, suave, super-suave... às vezes até há daqueles que parecem folhas de urtiga e literalmente arranham o cú todo.

Quando dei por mim, já estava há mais de cinco minutos a olhar para as prateleiras do papel e  pensar: "F*da-se... não acredito que estou à tanto tempo para meter uma embalagem de papel higiénico no carrinho!"

É que um gajo nem sabe o que levar. Além do mais, cagar está a ficar caro... muito caro! Dezasseis euros por uns 18 rolos de um papel todo XPTO, que em segundos vai parar ao caixotinho do lixo ou pelo cano abaixo?! Começamos a entrar no caminho da alta costura do papel higiénico.

Quem diria que isto dava um post.

28.02.20

Check In Check Out

Matias

Ainda bem que saí!

Esta semana, tirei umas férias e aproveitei para ir até aos Picos de Europa (nas Astúrias, Espanha), onde estive duas noites. Já agora, aconselho todos os que possam a lá ir. 

Isto tudo para dizer que na primeira noite fiquei num alojamento cuja dona me partiu todo.  Levou-nos a um dos prédios existentes na sua propriedade e perguntou se queriamos um apartamento no primeiro ou no segundo andar. A nossa resposta foi: "Tanto faz...".

Nisto começa a senhora a abrir as portas dos apartamentos e como as portas não abriam dizia: "Este já está ocupado..."

Solução?! Seguir para o segundo andar, pois o primeiro já estava ocupado!

Eu juro que nunca tinha visto uma maneira de saber se tinha quartos livres de uma forma tão eficaz. Foi só hilariante!

Depois de abrir mais uma porta, lá ficamos com o apartamento com vista para a montanha. 

Desci à receção para efetuar o Check In, tudo escrito à mão num bloco de papel quimico auxiliado por uma App num smartphone. Lindo! Preenchi eu a minha morada pois geralmente os espanhois não fazem puto-esforço para nos perceber. Entretanto toca o smartphone da senhora... era alguém que falava em inglês, então virou-se para a neta - que não tinha mais de oito anos - e diz: "Tu, falas inglês? Atende!". Para nosso espanto, aquela menininha que andava aos saltos mais o irmão nas escadas do prédio, era afinal uma requintada rececionista de palmo e meio! Depois disto pedi as chaves do apartamento e a resposta que obtive é que já estavam na porta. Lindo! 

No dia seguinte, bem cedo... procurei a senhora ou alguém para poder efetuar o Check Out. É o efetuas! Não havia ninguem. O Check Out era mesmo só ir embora, adeus e até à próxima.

30.01.20

Esse Tabuleiro

Matias

Tema fraturante da sociedade!

Já toda a gente foi a um local de restauração rápida, onde no final uns levantam o tabuleiro da mesa e colocam nos sitios apropriados e outros simplesmente os deixam ficar.

Exclama-se por lá que "Aquele filho deste e aquile filho da outra" deixou o tabuleiro na mesa.. que são uns porcos e mal-educados!

Se por um lado isso poderá ser verdade, por outro lado... discordo! Ao deixar-mos o tabuleiro na mesa, estaremos a criar emprego. Assim será necessário alguem que efetue esse serviço de limpeza. Não vejo mal nisso, até pelo contrário! Sou é contra o pessoal que deixa tudo espalhado na mesa em vez de deixar tudo pronto a levantar.

Talvez agora as pessoas olhem para o tal levantar de tabuleiro com outros olhos.

27.01.20

Nostalgia em 3, 2, 1...

Matias

Regressando aos Anos 90...

Eras o maior do recreio se eras o dono da bola, se esta fosse de capão "mandavas" na escola... o gordo, esse não se safava e ia à baliza.

A bola partia os vidros da escola ou saltava o muro e perdia-se pela estada fora? Nao havia problema... jogavamos futebol sem bola. No limite, juntavam-se as raparigas e lá jogavamos ao Caça Beijinhos... ou ao Pisa. Tem piada, porque na altura fugiamos delas para que não fossemos beijados e agora é o contrário ahah

Chegavas casa com as calças verdes de relva no joelho ou mesmo com um rasgão... levavas uma reprimenda e com sorte, um espetacular remendo aos bonequinhos! Hoje pagamos por calças com buracos...

O Walkman ia no bolso e mais tarde o Discman com uns quantos cds na mochila... 

Tamagotchi, Gameboy ou Tetris... empresta-me se não, não sou mais teu amigo!

Passa o papel para trás... Queres namorar para mim? Sim, não, talvez?!

Quem diz é quem é... estas-te a ver ao espelho... chamaste-me nomes, já estás na professora! O meu pai é policia e bate no teu... nhenhenhe

Tantas coisas e mais algumas! Sem internets, as expressões e brincadeiras eram igual por todo o lado. 

Nostalgia em 3, 2, 1...

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